Festival de Corais Joinville terá cinco palcos abertos      

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A força e a diversidade do canto coletivo se espalham pela cidade entre os dias 3 e 6 de setembro. Será o 6º Festival de Corais Joinville, consolidado como um dos mais importantes encontros dedicados ao canto coral no Sul do país, e que vai receber 37 grupos, dos mais diferentes formatos, totalizando 1.206 coralistas, além de 31 participantes individuais. Os corais são provenientes de cidades de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

A abertura será na quinta-feira, 3, a partir das 19h, na Sociedade Harmonia Lyra, palco central do evento. Estão programadas sete sessões de mostras oficiais, em diferentes horários, na Lyra e no Teatro Censupeg (Avenida Getúlio Vargas, 1266), sempre com ingressos gratuitos. Também haverá apresentações em quatro palcos abertos: Shopping Mueller, Garten Shopping, Igreja Luterana, Sociedade Lírica e Cemitério do Imigrante. (Programação completa: festivaldecoraisjoinville.com.br).

Mais uma vez, será oferecida ampla programação didática, em paralelo às apresentações, com regentes convidados. Coordenador da Escola de Música Maestro Nilson Lombardi, de Votorantim (SP), Luiz Gustavo Laureano virá novamente ao festival. Três outros nomes participam pela primeira vez: Juliana Melleiro, professora de regência em coral da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Edi Marques, professor na área de artes sonoras da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e Federico Trindade, diretor musical do Movimento Coral e Instrumental Feevale, da Universidade Feevale, do Rio Grande do Sul.

Coro Margareth Picler

Um dos grupos confirmados, o Coro Margaret Picler, de Curitiba, foi criado em 2020, com aulas de canto coral on-line, em meio ao isolamento social da pandemia. Em 2022, o desafio foi a construção de um concerto natalino de coro remoto. Foram produzidas sete músicas, com 38 cantores, entre estudantes, comunidade, professores e servidores do centro universitário Uninter, do Brasil e do exterior. O sucesso do concerto motivou o grupo a dar continuidade ao projeto. Em 2023, iniciaram-se as atividades do coro presencial, somado ao remoto, fazendo do Margareth Picler uma prática coral híbrida.

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