Escolas municipais terão aulas de sopro e coral

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Implementado por meio de convênio entre o Instituto Arte Maior e a Prefeitura de Joinville, o Núcleo de Fanfarras do Programa Música na Escola completa três anos neste mês de outubro com 1.490 alunos atendidos em 29 unidades da Rede Municipal de Ensino. Na primeira fase, em 2023, eram cinco unidades atendidas, apenas com as fanfarras. A novidade, é que a partir de agora, o programa ganha duas novas frentes, com instrumentos de sopro, inicialmente em duas escolas, e canto coral, em três unidades.

Os polos de sopro já formados estão nas escolas municipais CAIC Francisco José Rodrigues de Oliveira (Espinheiros) e Ruben Roberto Schmidlin (Morro do Meio). Cada unidade recebeu cinco trompetes, cinco trombones, quatro trompas, quatro eufônios e duas tubas. O objetivo é habilitar 40 instrumentistas de sopro para, no período de cerca de um ano, passarem a integrar as bandas dessas unidades, transformando-as em bandas marciais.

“É um ponto de virada fundamental. Com a inserção dos instrumentos de sopro, poderemos atingir outro patamar musical e, quem sabe, formar músicos que venham a se tornar profissionais”, afirma Tiago Pereira, coordenador do Núcleo de Fanfarras pelo Instituto Arte Maior.

As aulas serão ministradas pelo professor Jeferson Souza, que conta com ampla experiência em aulas de sopro com crianças e adolescentes, além de atuar como trombonista na banda dos Bombeiros Voluntários de Joinville e ter integrado a banda do 62º Batalhão de Infantaria. Como a formação dos alunos de sopro é mais demorada, o foco principal, nesta primeira fase, é atingir os alunos do quinto ano, para que possam seguir estudando ao menos por quatro anos (até o nono ano da escola).

“A expansão do programa Música na Escola fortalece o desenvolvimento integral dos estudantes e enriquece seu repertório cultural, ao oferecer novas experiências por meio de diferentes linguagens. Com os instrumentos de sopros, o canto coral e as fanfarras, a formação integral deixa de ser um conceito e se torna parte da rotina das nossas escolas”, avalia Cleberson de Lima Mendes, diretor executivo da Secretaria de Educação.

Na foto, a estudante Isadora da Costa, da Escola Francisco Xavier

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