O sonho que começou na plateia ganha o palco do Festival de Dança

Coral Atmen Chor realiza oficinas de canto e apresentações gratuitas em Joinville
29/07/2026
Coral Atmen Chor realiza oficinas de canto e apresentações gratuitas em Joinville
29/07/2026

Alguns sonhos começam no palco. Outros, na plateia. O da estudante Marina Petrucci, do Colégio Marista Paranaense, nasceu ainda na infância, enquanto assistia à irmã mais velha se apresentar em competições de Street Dance (dança de rua). Encantada pelos movimentos e pela energia das coreografias, ela decidiu que queria seguir o mesmo caminho. Anos depois, aquele desejo de criança a levará, pela segunda vez, ao Festival de Dança de Joinville. Mas, dessa vez, o desafio será ainda maior: competir na categoria duo sênior.

A trajetória na dança começou cedo. Aos 4 anos, ingressou em uma turma infantil e passou a transformar a admiração pela irmã em motivação para aprender. Em 2023, viveu um momento especial ao participar, pela primeira vez, do festival, competindo na categoria conjunto júnior. Agora, retorna ao palco em uma nova fase da carreira, celebrando a evolução conquistada ao longo dos anos de dedicação.

“Somos as mais novas da categoria e vamos competir com pessoas que a gente sempre admirou. Isso acaba dando uma mistura de nervosismo com felicidade, porque chegar até aqui já é muito especial. Agora a gente só quer subir no palco e entregar tudo o que preparou para a apresentação”, conta Marina.

Colégio incentiva a dança como prática de educação física

No Colégio Marista Paranaense, ela encontrou um ambiente que permitiu conciliar a rotina de estudos com a prática artística. A instituição oferece aos estudantes a possibilidade de substituir as aulas de Educação Física pela dança ao longo do Ensino Médio, favorecendo o desenvolvimento de talentos. Entre provas, trabalhos escolares e horas de ensaio, a jovem construiu uma rotina marcada pela disciplina e pela organização. O equilíbrio entre os estudos e os treinamentos faz parte do caminho que a conduziu até um dos palcos mais importantes da dança.

Para Luana de Souza, professora de Educação Física e dança no colégio há cerca de 15 anos, acompanhar essa trajetória e tantas outras é testemunhar como o incentivo e a dedicação podem transformar sonhos em conquistas.

“Proporcionar essa abertura para os estudantes é trazer para dentro desse universo a arte e facilitar o acesso, porque às vezes o adolescente ou a criança nem sabe que isso existe para ir atrás de uma escola de dança e aí conhecer. Estando ali na escola, é como um cardápio. Ele consegue olhar todas as possibilidades que tem no mundo e maneiras de acessar essas possibilidades. Eu tenho muito orgulho de poder falar: ‘eu dou aula de dança na grade curricular’, porque eu sei que colaboro, com certeza, com o crescimento da arte no Brasil, no, no geral”, destaca Luana.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *